O “FestCult – Festival de Teatro de Americana” encerrou a programação, no último domingo (4), com casa cheia no Espaço Cultural Fábrica das Artes e mais de 2,1 mil pessoas ao longo de todo o evento itinerante, que passou por diferentes espaços da cidade, como Teatro Municipal Lulu Benencase, Fábrica das Artes, Parque Ecológico, Calçadão do Centro, Praça Vó Palmira e EMEF Paulo Freire.
Realizado pela Prefeitura, por meio da Secretaria de Cultura e Turismo e do Conselho Municipal de Cultura, o festival teve produção da Associação Fábrica das Artes, em parceria com o Grupo Teatral de Americana (GTT), a Cia Finibus e a Câmara Setorial de Teatro.
Com entrada gratuita, a programação contou com 14 espetáculos, todos de companhias e artistas de Americana, exceto “Por um Pingo”, apresentado na abertura pelo grupo Manás Laboratório de Dramaturgia, de São Paulo. Três oficinas de capacitação também foram oferecidas.
“Retomar o Festival de Teatro de Americana foi indescritível. A emoção de compartilhar a nossa arte com diferentes públicos, em diferentes lugares, e ter desse público o carinho que tivemos, reforça nossa convicção de que a arte é o caminho para criar laços de fraternidade, amizades capazes de humanizar pessoas, tornando a vida mais leve”, declarou o presidente da Associação Fábrica das Artes, Carlos Justi.
“É difícil mensurar o que vivenciamos nestes dias que duraram o festival. A união dos artistas, a troca de experiências, o acolhimento e retorno que tivemos do público… A cidade respirava e transpirava teatro, e a energia que este festival movimentou em Americana ecoará por muito tempo nos corações e nas lembranças de quem esteve presente. O nome da cidade de Americana está em destaque novamente, não só no cenário artístico, mas também para o público que tem desejo pela cultura”, reforçou o diretor artístico da Cia Finibus e produtor cultural do FestCult, João Nalão.
Segundo os organizadores, o evento atraiu também visitantes de cidades como Campinas, Piracicaba, Santa Bárbara d’Oeste, Atibaia, Rio Claro, Sumaré, Santo André e São Paulo.