No dia 24 de dezembro de 2013, dois micos-leões-de-cara-dourada nasceram no Zoo Americana – Parque Ecológico “Cid Almeida Franco”. O mamífero habita tanto florestas ombrófilas mais próximas do litoral como florestas semideciduais mais interioranas. Os dois animais já se encontram no recinto para exposição permanente.
O animal habita, normalmente, o sul da Bahia e extremo nordeste de Minas Gerais, ocupando uma área de aproximadamente 20 mil km². Seu corpo é negro, com mãos, pelos da face e ponta da cauda de cor dourada. Eles pesam entre 534 g (fêmea) e 620 g (macho), com até 25 cm de comprimento, sem a caudal.
O mico-leão-de-cara-dourada consta como “em perigo”, segundo a IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais) e na lista do IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis). A Reserva Biológica de Una é a principal unidade de conservação dessa espécie, embora seja de tamanho reduzido para manter uma população viável a longo prazo.
O secretário de Serviços Urbanos, Allan Jonas Duarte, o Aladin, afirmou que a reprodução do animal é mais uma conquista do parque. “A reprodução em cativeiro é sempre importante para mantermos a espécie no parque, bem como em outros zoológicos. O mico-leão encontra-se em perigo hoje, de acordo com a lista do IBAMA, e sua reprodução nos traz felicidade em contribuir com o meio ambiente”, disse.
Plantel
O Zoo Americana conta, hoje, com um plantel de aproximadamente 530 animais, entre répteis, aves e mamíferos, de mais de 100 espécies diferentes, sendo que 80% das espécies pertencem à fauna brasileira, e várias espécies ameaçadas de extinção, o que mostra a preocupação com o estudo e a conservação dos animais brasileiros. São 110 espécies que estão à disposição da população para visitação.
Além dos animais em cativeiro, que recebem cuidados especiais, como recintos bem elaborados e boa alimentação, a área do parque ecológico recebe inúmeras espécies de aves livres e comuns na cidade, que encontram condições ambientais e de captura de alimento para sua sobrevivência.
Fotos: Bruno Carrenho/Prefeitura de Americana