Santa Bárbara d’Oeste recebe até o próximo sábado (22) o simulador de impacto de acidentes, equipamento utilizado pela Artesp (Agência de Transporte do Estado de São Paulo) na campanha de conscientização do uso do cinto de segurança. O simulador está instalado na Praça Central “Coronel Luiz Alves” das 9 às 16 horas.
O equipamento simula o impacto de uma batida de carro a 5 km/h e está aberto ao publico. Santa Bárbara é o 33º município a receber o equipamento desde o começo da campanha em dezembro, por meio de solicitação da Prefeitura, Acisb (Associação Comercial Industrial de Santa Bárbara d’Oeste), vereador Kadu Garçom e deputado estadual André do Prado.
Ao passar pela experiência do simulador, a pessoa tem ciência da força causada pelo impacto de uma batida à baixa velocidade, aumentando a sua percepção sobre a importância da utilização do cinto. O uso do equipamento é apenas uma das ações desenvolvidas na campanha, que visa alertar sobre a importância do hábito de utilizar o cinto de segurança, mesmo para os passageiros do banco traseiro.
Campanha
A campanha para incentivar o uso do cinto foi idealizada a partir de verificação de pesquisa feita pela Artesp, que mostrou o alto índice de passageiros do banco traseiro que não utilizam o equipamento. Na primeira fase da pesquisa, entre 1 e 7 de dezembro de 2014, foi verificado que 53% dos usuários do banco de trás não utilizam o cinto. Na segunda etapa, aplicada um mês após o início da campanha (entre 30 de janeiro e 5 de fevereiro de 2015), o índice caiu para 48%. Na região de Campinas o índice de não utilização do cinto não seguiu a tendência do Estado, e teve variação de 1% para cima: passou de 52% na primeira fase para 53% na segunda.
Dados sobre a quantidade de vítimas de acidentes nas rodovias sob concessão que não usavam cinto de segurança apontam para a necessidade constante de campanhas. De 2012 até outubro de 2014, 69,4% dos passageiros que estavam nos bancos traseiros e que morreram em acidentes nas rodovias não haviam conectado o cinto. As vítimas fatais no banco da frente de passageiro sem cinto chegam a 38,4% e 50,1% dos condutores.
Foto: Luís Eduardo Deffanti